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Crescimento de objetos em órbita dificulta expansão de novas constelações D2D

  • socialcarolfiorava
  • há 5 dias
  • 1 min de leitura

A ocupação da órbita terrestre aumentou de forma significativa e já inclui cerca de trinta mil objetos catalogados, sendo a maior parte concentrada na órbita baixa. Esse cenário torna mais desafiador o lançamento de novas constelações voltadas para a comunicação direta entre satélites e dispositivos, conhecidas como D2D.

Especialistas alertam que a sustentabilidade do uso da órbita precisa ser prioridade, já que um único operador responde por mais de sessenta por cento dos artefatos nessa região. Esse domínio reduz o espaço disponível para novos projetos e eleva a complexidade de coordenação entre empresas.

Com o avanço das iniciativas D2D, cresce a pressão sobre o espectro e sobre a gestão do tráfego espacial, além do risco de colisões entre satélites. Sem normas claras e práticas mais rígidas de ordenamento orbital, existe a possibilidade de que futuras expansões se tornem inviáveis.


 
 
 

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