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Operadoras de satélite reforçam aposta em sistemas multi-órbita

  • socialcarolfiorava
  • 28 de jan.
  • 1 min de leitura

O setor de telecomunicações por satélite passa por uma mudança de paradigma com a adoção de sistemas multi-órbita. No Congresso Latinoamericano de Satélites, executivos e consultores afirmam que combinar satélites de diferentes altitudes, geoestacionários (GEO), de média órbita (MEO) e de baixa órbita (LEO), deixou de ser tendência e se tornou uma realidade para o mercado corporativo.

De acordo com líderes como os da Eutelsat e SES, a multi-órbita oferece maior flexibilidade e confiabilidade para clientes com necessidades críticas, como empresas de óleo e gás, mineração ou serviços de internet a bordo.

A integração entre diferentes tecnologias, por meio de soluções como SD-WAN, permite usar a melhor combinação de satélites ou até fibra, conforme o perfil do serviço.

Apesar dos benefícios, existe o desafio de convencer clientes que já usam satélites LEO de que vale a pena investir numa solução mais robusta e híbrida.

Segundo estimativas da consultoria NovaSpace, a adoção em larga escala de redes multi-órbita deve crescer muito até 2030, especialmente em setores que exigem conectividade resiliente, como defesa, transporte e aviação.


 
 
 

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