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Peça inspirada no mito de Medeia debate violência de gênero

  • Foto do escritor: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
    Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
  • 17 de mar.
  • 1 min de leitura

A peça “Medea depois do Sol”, escrita por Luciana Lyra, estreia no Sesc Ipiranga, em São Paulo, propondo uma releitura da tragédia grega Medeia, de Eurípedes. O espetáculo utiliza o mito da personagem para refletir sobre temas como maternidade, violência de gênero e exploração da natureza na América Latina, dialogando com perspectivas ecofeministas.


Na montagem, Luciana Lyra atua ao lado da atriz-musicista Lisi Andrade, sob direção de Ana Cecília Costa e Kátia Daher, em uma produção com equipe criativa majoritariamente feminina. A peça investiga Medeia como símbolo de uma maternidade em limite e como sobrevivente de um trauma, propondo um paralelo entre a violência contra o corpo das mulheres e a destruição da natureza.


O texto também resulta de pesquisas realizadas pela dramaturga com coletivos teatrais e mulheres de diferentes regiões do Brasil e da América Latina, cujos relatos sobre maternidade, opressão e cuidado inspiraram a construção da narrativa. O espetáculo fica em cartaz de 6 a 29 de março no Sesc Ipiranga.


 
 
 

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