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Big Techs e Remuneração na IA: Disputa por Direitos Autorais no Setor Criativo

  • Foto do escritor: Maria Luiza de Paiva Cruz
    Maria Luiza de Paiva Cruz
  • 26 de fev.
  • 1 min de leitura

Entidades representativas dos setores criativo e de mídia notificaram grandes empresas de tecnologia para iniciar negociações sobre a remuneração pelo uso de conteúdos protegidos por direitos autorais em sistemas de inteligência artificial. A iniciativa reflete a crescente preocupação com a utilização de obras culturais e jornalísticas no treinamento de modelos generativos sem mecanismos claros de autorização, transparência ou compensação financeira. O posicionamento coletivo defende a criação de modelos de licenciamento e remuneração capazes de garantir sustentabilidade econômica às cadeias produtivas do audiovisual, da música, do jornalismo e de outras áreas criativas. As organizações argumentam que a expansão da IA intensifica a exploração indireta de conteúdos e exige atualização dos marcos regulatórios para equilibrar inovação tecnológica e proteção da propriedade intelectual.


O movimento também evidencia tensões estruturais entre plataformas tecnológicas e produtores de conteúdo, especialmente diante da concentração de poder econômico e da assimetria na apropriação de valor gerado a partir do trabalho criativo. Nesse contexto, a notificação busca estimular negociações e antecipar parâmetros regulatórios que evitem disputas judiciais e promovam maior equilíbrio no ecossistema digital.


 
 
 

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