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Brasil adota o 5G em ritmo inédito na história das telecomunicações

  • socialcarolfiorava
  • há 12 minutos
  • 1 min de leitura

A trajetória das telecomunicações no Brasil revela que a adoção do 5G ocorreu de forma muito mais acelerada do que as gerações anteriores. A tecnologia 2G levou 167 meses para alcançar 200 milhões de acessos. A 4G alcançou esse mesmo patamar em 111 meses. Já o 5G atingiu 52 milhões de acessos em apenas 36 meses.

Essa velocidade de adoção impulsiona mudanças amplas no ecossistema digital: usuários trocam de aparelho, fabricantes atualizam seus lançamentos, desenvolvedores adaptam aplicações, indústrias ajustam processos produtivos, e operadoras intensificam investimentos em espectro, infraestrutura de rede, transporte e data centers.

Por outro lado, há um desafio estrutural: a receita média por usuário (ARPU) não cresce na mesma proporção do crescimento da demanda por novas tecnologias. Isso gera pressão sobre o investimento (CAPEX) das operadoras sem a contrapartida financeira esperada.

Com o 6G previsto para 2030, a matéria questiona se os ciclos futuros de adoção serão igualmente rápidos, e se será possível construir um modelo sustentável em que operadoras, indústria, reguladores e usuários compartilhem os benefícios de forma equilibrada.


 
 
 

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