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Brasil seguirá na presidência do Foro Ibero-Americano de Cultura pelos próximos dois anos

  • Foto do escritor: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
    Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
  • há 24 minutos
  • 1 min de leitura

O Brasil foi reconduzido por unanimidade à presidência do Foro Ibero-Americano de Vice-Ministros e Altas Autoridades de Cultura para o período de 2027-2028, durante a 6ª Reunião do Foro, realizada no Rio2C, no Rio de Janeiro. O encontro reuniu representantes de 15 países e organismos internacionais para debater a integração regional por meio das indústrias culturais e criativas.


Durante a reunião, o secretário-executivo do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, defendeu a construção de um conceito ibero-americano de economia criativa voltado não apenas à geração de riqueza, mas também ao fortalecimento da identidade cultural, da democracia e da redução das desigualdades. Também destacou os avanços do Programa Ibero-Americano de Indústrias Culturais e Criativas (PIICC), criado em 2024, incluindo a oferta de 17 mil vagas de formação pela Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult).


Outro tema central foi a atualização da Carta Cultural Ibero-Americana, com propostas para incorporar debates contemporâneos, como economia criativa, inteligência artificial e questões de gênero. O encontro também marcou a entrada do Chile no Foro e resultou na formalização de novas parcerias, entre elas um acordo com a Fundação Itaú e uma cooperação com El Salvador para a realização do primeiro mercado de indústrias criativas do país em 2026.


A reunião ainda apresentou os próximos passos para a implementação do Estatuto Ibero-Americano da Pessoa Artista e Trabalhadora da Cultura, aprovado em março de 2026, que reúne mais de 380 medidas voltadas à garantia de direitos e proteção social para trabalhadores da cultura.


 
 
 

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