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Cinco anos do desastre-crime da Vale em Brumadinho

  • Foto do escritor: Cintia Augustinha dos Santos Freire
    Cintia Augustinha dos Santos Freire
  • 8 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura

O desastre-crime da Vale em Brumadinho não deve ser esquecido. O rompimento da barragem do Córrego do feijão no dia 25 de janeiro de 2019 matou quase trezentas pessoas, provocou incalculáveis prejuízos ambientais, psicológicos e sociais a população local.


Na época a tragédia repercutiu no noticiário internacional. Os jornais americanos The New York Times e Washington Post, o britânico The Guardian, o argentino Clarín, o espanhol El País, e o francês Le Monde dedicaram espaço à tragédia.


Cinco anos depois os meios de comunicação brasileiro, repercutem o desastre-crime da Vale em Brumadinho com ao publicizar "o seminário “Em busca de respostas: Divulgação de dados, estudos e produções elaborados com as pessoas atingidas do Baixo Paraopeba, Represa de Três Marias e Rio São Francisco” do Instituto Guaicuy, que é uma organização sem fins lucrativos, eleito pelas comunidades da Área 4 (Pompéu e Curvelo) e da Área 5 (municípios banhados pela represa de Três Marias) para prestar Assessoria Técnica Independente as pessoas atingidas pelo rompimento da barragem da Vale.

 
 
 

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