Coproduções impulsionam o audiovisual brasileiro e consolidam protagonismo internacional
- Maria Luiza de Paiva Cruz
- 7 de jan.
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Relatório da Agência Nacional do Cinema (Ancine) indica que 2024 foi o ano de maior crescimento das coproduções internacionais brasileiras desde 2015, com 50 obras concluídas, correspondendo a 10,4% dos longas-metragens certificados para exibição em salas de cinema. O dado confirma a retomada e o fortalecimento do setor audiovisual nacional, especialmente a partir do estímulo a parcerias internacionais como estratégia de expansão econômica e cultural.
O documento destaca o papel do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que entre 2022 e 2024 investiu R$ 258 milhões em chamadas públicas voltadas a coproduções, ampliando o alcance do Brasil no mercado global. A Europa e a América do Sul seguem como principais regiões parceiras, com destaque para países como Argentina, Portugal e França, além da perspectiva de novos acordos com mercados asiáticos e do Oriente Médio.
No campo simbólico e artístico, o relatório ressalta a primeira vitória do Brasil no Oscar de Melhor Filme Internacional, em 2025, com Ainda Estou Aqui, consolidando a relevância das coproduções não apenas do ponto de vista econômico, mas também no reconhecimento internacional da produção audiovisual brasileira.

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