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Direito e democratização da cultura entram na pauta das políticas culturais

  • Foto do escritor: Eula D.T.Cabral
    Eula D.T.Cabral
  • 22 de mai. de 2024
  • 2 min de leitura

O grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC - CNPq/FCRB) trabalha, em seus projetos e pesquisas, com os temas Direito e Democratização da Cultura, da Comunicação e da Informação. No mês de maio de 2024, o grupo EPCC (CNPq/FCRB) vem trabalhando os temas Direito e Democratização da Cultura nos eventos que vêm abordando políticas públicas culturais. É o caso do XIII Seminário Internacional de Políticas Culturais. Nele estão sendo apresentadas duas pesquisas. Além disso, a coordenadora do grupo, Eula D. T. Cabral, está coordenando três mesas de projetos e investigações científicas. Conheça os trabalhos apresentados Políticas culturais para democratizar a cultura no século XXI, de Eula D. T. Cabral e

Cintia A. dos S. Freire

O objetivo é mostrar a importância das políticas culturais na democratização da cultura no século XXI. A partir de pesquisas bibliográfica e documental, verificou-se que é preciso evidenciar que quando se fala em democratização da cultura deve-se levar em consideração as necessidades de reformular as políticas públicas e lutar pelo direito humano à cultura; há urgência na criação de políticas públicas de cultura que visem a

democratização cultural, assim como acesso e apropriação das tecnologias; a sociedade

precisa buscar e ter conhecimento, reconhecendo a cultura como direito; o Estado deve

viabilizar políticas culturais em prol da democratização da cultura brasileira no século XXI. Em busca de políticas culturais indígenas: do Museu do Índio ao Museu Nacional dos Povos Indígenas, de Francisco José G. Gomes e Eula D. T. Cabral

O objetivo é mostrar a trajetória recente do (agora) Museu Nacional dos

Povos Indígenas (MNPI) e do processo de conflagração da primeira direção indígena de sua história. A partir de pesquisas bibliográfica e documental, faz-se uma análise das dinâmicas institucionais que propiciaram a ascensão da extrema direita no Museu, seu posterior declínio e negação. Além disso, busca-se entender os processos de engendramento da primeira gestão indígena, apontando para novas perspectivas de se pensar e fazer o Museu em tempos presentes de Ministério e Funai com políticas culturais indígenas.



O grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura dá dicas, todas as semanas, sobre livros, artigos, filmes, séries etc que possam auxiliar as pessoas na compreensão de assuntos ligados à Comunicação, à Cultura e à Informação. Também disponibiliza, em seu site EPCC, materiais de apoio para atividades de divulgação científica. Veja também: Jornalismo e memória são objetos de análise

 
 
 

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