Estudantes conhecem o funcionamento da urna eletrônica em evento que celebra seus 30 anos
- socialcarolfiorava
- 16 de jul.
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu as portas para estudantes de diferentes faixas etárias durante o evento comemorativo pelos 30 anos da urna eletrônica, promovendo uma programação educativa voltada à aproximação entre a Justiça Eleitoral e a sociedade. A iniciativa permitiu que os visitantes conhecessem de perto o funcionamento do equipamento utilizado nas eleições brasileiras e esclarecessem dúvidas sobre o sistema eletrônico de votação.
Durante a atividade, os estudantes participaram de uma apresentação conduzida pelo coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, que explicou como funciona a urna eletrônica, os mecanismos de segurança empregados para proteger o sigilo do voto e as diferentes etapas que garantem a integridade do processo eleitoral. Os participantes também puderam acompanhar demonstrações práticas e conhecer detalhes sobre a evolução tecnológica do equipamento ao longo de três décadas.
A programação incluiu ainda visitas guiadas, simulações de votação, painéis sobre a história da urna eletrônica, atividades interativas e espaços destinados à educação eleitoral. O objetivo foi apresentar, de forma acessível, como a tecnologia é utilizada nas eleições brasileiras e estimular o interesse dos jovens pelo funcionamento das instituições democráticas.
Além das experiências práticas, o evento marcou o lançamento da mascote Pilili, criada para aproximar a Justiça Eleitoral do público, especialmente das crianças e dos jovens. O nome faz referência ao som emitido pela urna eletrônica no momento da confirmação do voto, simbolizando a participação cidadã e a importância do exercício democrático.
Durante a cerimônia, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, destacou que a urna eletrônica representa uma solução desenvolvida no Brasil para garantir rapidez na apuração, segurança, auditabilidade e sigilo do voto. O equipamento foi utilizado pela primeira vez nas eleições municipais de 1996 e, desde então, tornou-se referência internacional em votação eletrônica.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, ações educativas como essa contribuem para ampliar a transparência do processo eleitoral, combater a desinformação e fortalecer a confiança da população no sistema eletrônico de votação, especialmente entre as novas gerações que participarão das Eleições Gerais de 2026.

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