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Europa proíbe Meta de processar dados de usuários para fornecer publicidade personalizada

  • Foto do escritor: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
    Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
  • 17 de nov. de 2023
  • 1 min de leitura

A Meta não poderá mais tratar os dados pessoais dos seus usuários para apresentar publicidade adaptada ao seu perfil. A decisão foi tomada pelo Conselho Europeu de Proteção de Dados (EDPB) e exige a aplicação do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), que a empresa não cumpriu desde 2018 quando esta entrou em vigor. A proibição começa a ser aplicada em 8 de novembro e afeta diretamente o núcleo dos negócios da Meta. A empresa construiu seu império aproveitando os dados pessoais dos usuários para que os anunciantes refinassem ao máximo o objetivo de suas campanhas publicitárias.


Durante os últimos quinze anos, o Facebook e o Google exerceram um controle rígido sobre a indústria da publicidade personalizada, o que os levou a se tornarem os gigantes que são hoje. Essa fonte de renda, no entanto, não está em perigo no momento para a Meta. A autoridade de proteção de dados da Irlanda, país onde está localizada a sede europeia da empresa, já informou os afetados que esta decisão iria para frente. A Meta anunciou que vai cobrar 13 euros a quem não quiser ser perfilado um dia antes de o Conselho Europeu de Proteção de Dados (EDPB) tomar esta decisão.


Apesar de a Meta já estar ciente do impacto que essa decisão teria, é importante ressaltar que ela indica a direção que a União Europeia seguirá em relação à proteção de dados. Essa decisão ocorre duas semanas após procuradores-gerais de 41 estados dos EUA processarem a empresa por impulsionar produtos concebidos conscientemente para atrair crianças.


Para mais detalhes, veja o conteúdo na íntegra.

 
 
 

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