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Gaúchos usam o rádio de pilha para se informar sobre a tragédia que afeta o estado

  • sassamico
  • 17 de mai. de 2024
  • 1 min de leitura

A tragédia do Rio Grande do Sul evidenciou uma questão interessante para a comunicação: o rádio é um veículo inclusivo, abrangente e adequado para epísódios como os que estão acontecendo agora no estado.


Alguns municípios ficaram totalmente sem comunicação. Foi então que a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) detectou que os rádios de pilha se tornaram essenciais em 250 mil pontos do estado sem acesso a energia elétrica.


O professor do curso de Comunicação Social da Unisc, Willian Araujo, tendo percebido essa necessidade, lançou uma campanha para arrecadação e doação destes aparelhos quase arqueológicos, nos tempos atuais. É por meio deles que uma parcela da população consegue se informar da situação emergencial da região onde vivem e recebem notícias sobre os serviços assistenciais. Segundo Willian: "Diante de uma tragédia como a que estamos vivendo, mesmo as tecnologias mais robustas ficam inacessíveis. Nessas horas, as ondas sonoras curtas do rádio tornam-se a salvação por terem maior alcance. Está sendo uma grande arma contra fake news — afirma o professor.


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