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Inteligência artificial garante lucro questionável a plataformas jornalísticas

  • Foto do escritor: Vítor Vieira Ferreira
    Vítor Vieira Ferreira
  • 6 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura

Empresas têm recorrido à inteligência artificial para coletar, condensar e reutilizar reportagens de forma não autorizada, infringindo leis de direitos autorais. No Brasil, a ausência de uma regulamentação específica sobre o uso de IA facilita esse tipo de prática, que já é alvo de ações judiciais nos Estados Unidos. Páginas como o Notjournal replicam conteúdo de grandes veículos de imprensa e oferecem serviços pagos que driblam barreiras de acesso, desvalorizando o trabalho da imprensa profissional.


— A reprodução de trechos ou do conteúdo com microalterações dependeria de uma autorização, de acordo com o que a gente tem na nossa lei de direitos autorais. Isso não poderia estar sendo feito, porque eles criam algo como se fosse um novo conteúdo, sem uma indicação clara de fontes ou menção às matérias originárias — afirma, Luciana Minada, advogada especialista em propriedade intelectual, sócia do Kasznar Leonardos.


Para conferir a matéria completa, clique aqui.

 
 
 

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