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Meta é proibida de usar informações de brasileiros para treinar inteligência artificial

  • Foto do escritor: Vítor Vieira Ferreira
    Vítor Vieira Ferreira
  • 5 de jul. de 2024
  • 1 min de leitura

Nesta terça-feira (02), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) emitiu uma medida preventiva que determina a suspensão imediata da nova política de privacidade da big tech Meta, responsável por permitir que dados compartilhados por usuários de suas plataformas fossem utilizadas para o aprimoramento de sistemas de IA generativa. De acordo com a autoridade brasileira, esta política não se mostra plenamente de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e desde já apresenta riscos aos usuários.


Segundo a diretora da ANPD, Miriam Wimmer, "todos os dados que estão publicamente disponíveis na plataforma potencialmente vão ser utilizados e é claro que ali no meio podem existir dados de crianças e adolescentes, podem existir dados sensíveis, que revelem aspectos sensíveis da personalidade. Então, essas são questões que ensejam uma necessidade de certas cautelas que nós não observamos no caso concreto".


Foi estipulado para a Meta um prazo de cinco dias para que ela se manifeste junto ao governo comprovando que sua política de privacidade não mais permite a utilização dos dados dos seus usuários para o treinamento de programas de inteligência artificial. O não cumprimento desta exigência pode render à big tech multa diária no valor de 50 mil reais.


Para mais informações, veja a matéria completa.


 

 
 
 

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