MPA alega falta de consenso e pede adiamento da votação do PL do streaming
- Cintia Augustinha dos Santos Freire

- 23 de mai. de 2024
- 1 min de leitura
As plataformas de streaming é um modelo de negócio muito lucrativo. Uma televisão que pode ser acessada em qualquer tempo e lugar, por diferentes dispositivos eletrônico desde que com acesso a internet.
Em 2023 o faturamento líquido da Netflix, considerada sinônimo de streaming foi de US$ 938 milhões, cerca de 17 vezes os R$ 55 milhões apresentado no ano de 2022. É importante considerar bem esses números quando se trata do Brasil, pois é um dos maiores mercados consumidores de mídia televisiva no mundo, com uma indústria audiovisual que gera mais de 650 mil empregos, cerca de R$ 60 bilhões anuais, com tributos da ordem de R$ 7 bilhões e assim beneficiando diretamente diversos setores da economia.
É importante compreender que esse cenário vem sendo possível devido ao potencial criativo e econômico do Brasil. Então quando a A Motion Picture Association – MPA pede adiamento da votação do PL 8.889/2017, que trata da regulação e tributação do streaming no Brasil, por ser contra o seus interesses é preciso atentar para os ganhos das plataformas de streaming, pois são estrastosféricos!
O PL 8.889/2017 trata do ponto de vista concorrencial, do monopólio e do oligopólio dos conglomerados nacionais e transnacionais que atuam no país. Leia na íntegra.

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