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O Conselho Nacional de Política Cultural atrai centenas de pessoas para ciclo de escutas regionais

  • Foto do escritor: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
    Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
  • 27 de jul. de 2024
  • 1 min de leitura

O Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) concluiu o ciclo de escutas regionais para embasar a proposta de reestruturação do colegiado. Cinco encontros virtuais foram realizados, um para cada região do país, com cerca de 200 participantes representando os conselhos estaduais. A participação social, incluindo demandas da 4ª Conferência Nacional de Cultura, foi destacada, solicitando mais representatividade para pessoas com deficiência, LGBTQIAPN+, culturas afro-brasileiras, quilombolas e profissionais técnicos da cultura.


O secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural, Henilton Menezes, acompanhou todas as reuniões e ressaltou a importância do diálogo democrático. Entre os diversos segmentos mencionados, foi enfatizada a necessidade de representatividade para o circo tradicional, moda, audiovisual fora do eixo Rio-São Paulo, e a criação de um setorial gospel. A paridade de representação por raça e etnia também foi debatida. O coordenador-geral do CNPC no MinC, Daniel Samam, afirmou que todas as contribuições serão consideradas na reformulação do CNPC. Thaynã Paes, coordenador da Câmara Temática pela sociedade civil, destacou a continuidade do diálogo com os conselhos estaduais.


O CNPC, ativo desde 1992, teve suas atribuições reduzidas em 2019, mas foi restabelecido em abril de 2023. A portaria nº 181 de 12 abril de 2024 criou a Câmara Temática, com um ano para apresentar um relatório final e recomendar uma nova modelagem para o Conselho.



 
 
 

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