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ONG documenta 418 ataques a ativistas de direitos humanos na Venezuela

  • Foto do escritor: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
    Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
  • 17 de jun. de 2024
  • 1 min de leitura

No primeiro trimestre deste ano, o Centro de Defensores e Justiça (CDJ) documentou 418 ataques contra ativistas dos direitos humanos na Venezuela, evidenciando uma política sistemática de criminalização no país. O relatório "Situação das pessoas que defendem os direitos humanos na Venezuela" revelou 301 casos de estigmatização, 62 de intimidação e assédio, 45 de ameaças, três ataques digitais, duas rusgas, dois processos judiciais, uma detenção arbitrária e outros dois conflitos. Esse aumento de 85% em comparação com o mesmo período de 2023 compromete o direito à defesa e ocorre num contexto pré-eleitoral, refletindo um aprofundamento do controle sobre o espaço cívico e democrático. Os ataques são registrados em diferentes meses: janeiro com 97, fevereiro com 230 e março com 91, contrastando com os números do ano anterior: 105, 63 e 58, respectivamente. O CDJ denuncia campanhas de estigmatização que retratam as ONGs como terroristas, agentes desestabilizadores e traidores, visando neutralizar ativistas e organizações, classificando-os como inimigos da pátria.



 
 
 

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