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Sistema lucrativo alimenta a desinformação científica nas redes sociais

  • Foto do escritor: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
    Danielle Fernandes Rodrigues Furlani
  • 3 de jul. de 2024
  • 1 min de leitura

Um estudo da Academia Brasileira de Ciências (ABC) revela que a desinformação científica é sustentada por um ecossistema lucrativo, que inclui a monetização de conteúdo enganoso e a exploração das crenças e emoções do público para ganho financeiro. Thaiane Oliveira, professora da Universidade Federal Fluminense e coordenadora do grupo responsável pelo relatório, explica que esse sistema lucrativo funciona de duas maneiras: produtores de desinformação lucram vendendo serviços, produtos ou crenças, enquanto as plataformas digitais geram lucro através da visibilidade da desinformação. O relatório "Desafios e estratégias na luta contra a desinformação científica", lançado na sede da ABC, destaca que a desinformação científica envolve a disseminação de informações falsas, enganosas ou imprecisas sobre temas científicos, afetando a capacidade das pessoas de tomar decisões informadas e reduzindo a confiança nas instituições científicas e governamentais.


 
 
 

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