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Supremo Tribunal Federal publica a Constituição em língua indígena

  • Marilda 'Sassá' Samico
  • 21 de jul. de 2023
  • 1 min de leitura

Fonte: STF


Em um ato histórico, a presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Rosa Weber, lançou no dia 19/07, a primeira Constituição brasileira traduzida para uma língua indígena, no caso, a ‘Nheengatu’, a única descendente do tupi antigo ainda em uso.

A cerimônia foi realizada pela Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), no município de São Gabriel da Cachoeira (AM), considerada a cidade mais indígena do Brasil com uma população formada predominantemente pelos povos originários.

A tradução para língua Nheengatu foi realizada por um grupo de 15 indígenas bilingues da região do Alto Rio Negro e Médio Tapajós. Segundo uma das tradutoras, Dadá Baniwa, “o trabalho foi árduo e desafiador, mas também de muita alegria’. Rosa Weber afirmou que “a tradução é um gesto de valorização e respeito à cultura e a língua indígena. A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, também presente à cerimônia, afirmou ser “um gesto de respeito às tradições indígenas”. A presidente da FUNAI, Joênia Wapichana considera uma importante ação inclusiva, que ajudará a estes povos conhecerem seus direitos e as leis que regem o país.


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